sexta-feira, 15 de maio de 2009

Uma consulta a três dos principais fabricantes (*) de televisores revelou que nenhum deles tem qualquer plano para disposição final de aparelhos velhos e seus resíduos - que incluem metais e metais pesados, cuja decomposição na natureza leva de 20 a 450 anos. A assessoria de comunicação da Eletros (associação dos fabricantes) também desconhece qualquer iniciativa neste sentido.
Uma rara ação envolvendo televisores usados foi feita em São Paulo, em 2007, por uma rede de supermercados que oferecia desconto de R$ 500 na compra de um aparelho de tela fina a quem trouxesse o seu velho TV de tubo. O desconto era balela e o televisor usado ia para instituições de assistência entreterem suas crianças carentes. Segundo a funcionária que organizou a ação, 50 televisores foram doados a 10 instituições, e "as crianças adoraram".
Não é o que se pode classificar como, digamos, a melhor solução, mas a iniciativa mostra que o assunto desperta interesse e mobiliza as pessoas.

As empresas não são obrigadas a cuidar desse lixo tecnológico. Por enquanto, só fabricantes e importadores de pilhas e baterias estão submetidos à Resolução 257 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que determina o gerenciamento dos produtos descartados e a disposição adequada dos resíduos finais.
Talvez o Conama possa estimular os fabricantes de televisores ou, melhor ainda, os empresários talvez possam tomar a iniciativa de cuidar deste lixo, antes que ele se avolume demais. Não se sabe quantos televisores serão descartados nos próximos anos, mas, para se ter uma idéia, o mundo jogou fora 400 milhões de computadores nos últimos três anos, segundo o Comitê pela Democratização da Informática (CDI), que trabalha com a reciclagem de componentes.

Ao dar fim às quinquilharias que abarrotam sua casa, você ganha dinheiro, faz o bem, poupa o meio ambiente... e renova as energias!

Computadores
Por quê - Calcula-se que sejam produzidas cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. Computadores ocupam espaço, contêm componentes químicos tóxicos (como o mercúrio) e, se não funcionam mais na sua casa, podem ser úteis para outras pessoas.

Como - Em São Paulo, a ONG Oxigênio (11) 3051 3420, www.oxigenio.com.br e a Rede Meta Reciclagem, http://rede.metareciclagem.org, aceitam computadores, mesmo quebrados. Lojas de eletrônicos, como as da Rua Santa Ifigênia, em São Paulo, costumam comprar componentes de modelos ultrapassados. Em Brasília, PCs podem ser doados ao Centro de Democratização da Informática (61) 3322 7233, que atende a população carente da região.

Recompensas
Ecologia - Evita poluir o meio ambiente
Solidariedade - Ajuda quem precisa
Economia - Vale dinheiro ou desconto

Eletrodomésticos
Por quê - Não vale a pena encostar objetos até que a poeira se encarregue de destruí-los. Doe televisores e aparelhos de DVD enquanto ainda funcionam.

Como - Não é porque você se seduziu por uma TV de LCD que a antiga vai para o lixo. Junte o rack, agora desproporcional, e doe para as Casas André Luiz (0800 7734066, www.andreluiz.org.br), que retira em casa. O Exército de Salvação (11) 5562 2285 e (21) 3879 9600, www.exercitodesalvacao.com.br, presente em 11 estados, também busca, com horário marcado.

Recompensas
Ecologia - Evita poluir o meio ambiente
Solidariedade - Ajuda quem precisa
Frete grátis - A entidade busca em casa

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Como descartar pilhas e baterias
Pilhas, baterias de telefone celular, telefone sem fio, agenda eletrônica, etc
representam um risco ambiental se descartados de maneira inadequada. A
partir de julho de 2000, entrou em vigor uma norma do Conselho Nacional do
Meio Ambiente (CONAMA - RESOLUÇÃO No. 257 DE 30 DE JUNHO DE 1999)
que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o material tóxico que
produzem. Verifique o que fazer com seu lixo eletrônico.

Passo a Passo:
1. Ao fabricante para serem recicladas. As pilhas alcalinas já atendem às normas
de segurança e podem ser jogadas normalmente no lixo.
Pilhas comuns: verifique na embalagem se elas devem ou não ser devolvidas
2. Informar no manual a maneira de descarte correta. As baterias de níquelcádmio
(Ni-Cd) não devem ser jogadas no lixo e sim devolvidas ao seu
fabricante. Entre em contato com o fabricante para saber como proceder. As
baterias de níquel-metal-hidreto (Ni-MH) e lítio-ion (Li-Ion) podem ser jogadas
no lixo.
3.Bateria de telefone celular e telefone sem fio:
as empresas fabricantes devem facilitar a troca de pilhas e baterias
e facilitar o acesso à elas. Em caso de dúvida entre em contato com o fabricante.
Quanto ao restante de aparelhos eletrônicos em geral, os fabricantes devem
Obs.: entanto, como qualquer pilha ou bateria contém metais pesados (mesmo que
em quantidades pequenas) a forma mais correta de descarte seria entregá-las,
após seu esgotamento energético, aos estabelecimentos que as comercializam
ou à rede de assistência técnica autorizada pelas indústrias. Existem ainda
postos de coleta que recebem esses materiais e os encaminham para
reciclagem.

Descarte de remédios vencidos

Remédios vencidos não devem ser descartados diretamente no lixo comum. Como são produtos químicos, eles podem causar impacto ambiental, principalmente se entrarem em contato com recursos hídricos

Quando o remédio vencido está na farmácia, é o próprio estabelecimento o responsável. Ele tem que dar a destinação correta ao lixo que produz, incluindo equipamentos ambulatoriais como seringas e agulhas, além dos remédios com prazo de validade vencido.

A medida está regulamentada na resolução 306, editada em dezembro de 2004 pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ela prevê que cada farmácia deverá ter um Plano de Gerenciamento de Resíduos, especificando onde o material será depositado e que empresa fará o transporte deste material.

Tanto o transporte como a destinação devem ser realizados por empresas licenciadas nos órgãos ambientais estaduais competentes. Em Santa Catarina, o licenciamento é concedido pela Fundação do Meio Ambiente (FATMA) e no Rio Grande do Sul pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Frepam). A resolução da ANVISA divide as categorias de resíduos em cinco grupos que possuem destinações distintas, podendo ser aterradas no solo ou incineradas, dependendo do perigo que oferecem.

Medicamentos em estado sólido, como drágeas e pastilhas, podem ser depositados em aterros sanitários cadastrados após o vencimento. Se o medicamento estiver em estado líquido, deverá passar por um processo de solidificação para evitar contaminação de solos e lençóis freáticos. Em caso de substância inflamável, o produto deve ser incinerado em um centro de tratamento de resíduos autorizado.

Remédios em casa
Quem tiver remédios vencidos na farmacinha de casa deve procurar a Vigilância Sanitária municipal para dar destino adequado ao resíduo. Nem todos os postos municipais têm condições de receber os remédios. Em Santa Catarina, o recomendado é procurar a direção estadual da Vigilância Sanitária, em Florianópolis.

A medida é importante para evitar casos de contaminação por medicamentos, em especial por parte de crianças, além de inibir a automedicação fora do prazo de prescrição de um remédio.

Apesar disto, dar uma destinação correta a um remédio vencido é um procedimento pouco comum, na avaliação de Tadiane Dacroce, chefe da divisão de medicamentos da Vigilância Sanitária de Santa Catarina.

– A procura é baixíssima, para não dizer nenhuma. Tem-se ainda uma cultura de manter os remédios em casa e utilizá-los sem se importar com a validade – afirma.
Parceria em Porto Alegre
A Prefeitura de Porto Alegre, por meio do Comitê Gestor de Educação Ambiental, lançou a campanha "Medicamento Vencido - Destino Ambientalmente Correto" em parceira com a farmácia de manipulação Pharma & Cia. Com isso a população pode dar o destino correto para os medicamentos domiciliares vencidos.

A farmácia também aceita as bulas e caixas dos remédios, estas também são encaminhadas para a reciclagem de papel. Os medicamentos recebidos são encaminhados a Central de Resíduos PróAmbiente (Gravataí), que é licenciada pela Fepam.

Riscos de rémedios jogados no Lixo

Resíduos de medicamentos podem contaminar o

solo e a água se forem descartados no lixo ou na

rede de esgoto. O descarte incorreto é uma das três

formas de intoxicação por remédios

No momento em que você lê esta reportagem, deve haver medicamentos guardados

em seu armário. Alguns não são mais utilizados e outros já estão vencidos e precisam

ser jogados no lixo. Mas como contêm substâncias químicas que podem contaminar o

solo e a água, os medicamentos não devem ser descartados no lixo comum. O

problema é que boa parte da população não sabe disso e não há postos de

recolhimento na cidade.

Os remédios estão entre as principais causas de intoxicação atendidas pelo Centro de

Controle de Intoxicações (CCI). Em 2007, foram 372 casos, o que representa 24% dos

atendimentos causados por intoxicação de medicamentos, superados apenas pelos

casos de picadas ou mordidas de animais peçonhentos. A chefe do CCI, Conceição

Turini, afirma que existem três formas de intoxicação por remédios: a autointoxicação,

acidentes com crianças e o descarte inadequado.

quarta-feira, 29 de abril de 2009


A poluição atmosférica resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera.

Pode provocar uma degradação dos ecossistemas devido ao lançamento de inúmeras substâncias (radioativas, ácidas, recalcitrantes, etc.) e não respeita fronteiras, por isso pode se tratar de um problema local e transfronteiriço. Este tipo de poluição pode dar origem ao efeito estufa, às alterações climatéricas, à diminuição da qualidade do ar, a problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias, diversos tipos de cancros, entre outros.

Efeitos sobre a saúde Humana:
Sobre a saúde humana a poluição atmosférica afeta o sistema respiratório podendo agravar ou mesmo provocar diversas doenças crônicas tais como a asma, bronquite crônica, infecções nos pulmões, enfisema pulmonar, doenças do coração e cancro do pulmão.

Causas:
A queima de resíduos urbanos, industriais, agrícolas e florestais, feita muitas vezes, em situações incontroladas. A queima de resíduos de explosivos, resinas, tintas, plásticos, pneus é responsável pela emissão de compostos perigosos (ver Fichas, e );
Os fogos florestais são, nos últimos anos, responsáveis por emissões significativas de CO2;
O uso de fertilizantes e o excesso de concentração agropecuária, são os principais contribuintes para as emissões de metano, amoníaco e N2O;
As indústrias de minerais não metálicos, a siderurgia, as pedreiras e áreas em construção, são fontes importantes de emissões de partículas.
Fontes Móveis.

As fontes móveis, sobretudo os transportes rodoviários, são uma fonte importante de poluentes, essencialmente devido às emissões dos gases de escape, mas também como resultado da evaporação de combustíveis. São os principais emissores de NOx e CO, importantes emissores de CO2 e de COV, além de serem responsáveis pela emissão de poluentes específicos como o chumbo.

Poluição Luminosa

A poluição luminosa pode ser definida como sendo qualquer efeito adverso causado ao meio ambiente pela luz artificial excessiva ou mal direcionada. Um desses efeitos, que prejudica ou mesmo impossibilita totalmente o trabalho dos astrônomos, é o fulgor do céu noturno, percebido principalmente sobre as cidades, mas não se limitando a essas áreas, já que a interferência que algumas aglomerações urbanas causam pode ser notada a centenas de quilômetros de distância. E não há quem não tenha percebido a diferença entre o aspecto do céu noturno urbano e o daquele que se pode ver a partir de regiões afastadas, ainda primitivas, sem iluminação artificial.

Há muitos anos que os astrônomos profissionais e amadores vêm tentando alertar políticos, engenheiros eletricistas, técnicos de iluminação, fabricantes de luminárias e a população em geral para os incômodos causados pela difusão desnecessária de luz na atmosfera, principalmente sobre nossas cidades. Esse esforço tem sido recompensado através das mudanças de atitudes demonstradas por pessoas mais conscientes e responsáveis, que procuram colaborar na busca de soluções para esses problemas, que já começam a ser resolvidos fora do Brasil.

Poluição Sonora


A poluição sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.

O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição sonora. Ele é provocado pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.

Efeitos negativos da poluição sonora nos seres humanos:
· Insônia (dificuldade de dormir);
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)

sexta-feira, 24 de abril de 2009


POLUIÇÃO DO SOLO:


A poluição do solo consiste em uma das formas de poluição, que afeta particularmente a crosta terrestre, causando malefícios diretos ou indiretos à vida humana, à natureza e ao meio ambiente em geral. Consiste na presença indevida, no solo, de elementos químicos estranhos que prejudiquem as formas de vida e seu desenvolvimento regular.